Primeiro dia do Campus Party: a chegada dos campuseiros.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
campus party
Hoje dia 25 de janeiro, estamos cobrindo o evento Campus Party.
Estamos acompanhando a entrada dos campuseiros com suas malas colchões,... e tudo o que precisa para passar uma semana.
E às 14:30 a imprensa do sbt vai nos entrevistar na qual falaremos um pouco sobre nosso trabalho.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Diário de Bordo - Pico do Jaraguá - 12/09/09
Saímos da Escola às: 09:37
Chegamos ao Parque Estadual Pico do Jaraguá às: 10:27
Logo no ônibus, já estavam todos animados, e quando chegamos ao Parque, vimos um lindo lago, com patos, peixes, tartarugas etc. E perto do lago, tem várias árvores, e nas árvores, vimos vários macaquinhos (saguis).
Depois que vimos um pouco das muitas coisas boas e legais que o Parque tem pra oferecer, fomos dividir grupos, pra não correr o risco de ninguém se perder.
No mesmo espaço onde dividimos o grupo, uma monitora do parque nos falou um pouco da história do Parque e deu algumas orientações, disse que a vegetação do Parque é uma vegetação Atlântica, porque as espécies de árvores e vegetação que existem no Parque, são os mesmos tipos e espécies que existem na Mata Atlântica, disse que tem um casarão no
Parque, que foi habitado pelo Afonso Sardinha em 1580, há 429 anos atrás, e também nos falou que tem um tanque (desde 1580) onde lavavam ouro, e disse que não íamos poder comer e nem levar nada na trilha, porque poderia cair alguma coisa, e sujar a trilha, porque tem animais soltos na mata.
Depois das orientações da monitora, fomos fazer a trilha que tem 3 kilômetros, na trilha, encontramos um pequeno lago, com a água cristalina, e depois de um tempo seguimos em frente, depois de alguns minutos, chegamos ao fim da trilha, e continuamos seguindo em frente.
Aí encontramos uma torneira, perto do escadão, descansamos um pouco e fomos subir o escadão, que tem 272 degraus, aí subimos, lá em cima, nós tivemos uma bela visão panorâmica de toda a cidade de São Paulo, dava pra ver toda a cidade, pois o Pico do Jaraguá é o ponto mais alto da cidade de São Paulo.
Depois descemos o escadão, fomos pro ônibus e depois que as professoras fizeram a chamada pra ver se não estava faltando nenhum aluno, fomos embora...
Esse é um ótimo lugar pra se visitar, quem foi adorou, e quem não foi temque ir, porque também vai adorar...
Nilson Ferreira Junior
Chegamos ao Parque Estadual Pico do Jaraguá às: 10:27
Logo no ônibus, já estavam todos animados, e quando chegamos ao Parque, vimos um lindo lago, com patos, peixes, tartarugas etc. E perto do lago, tem várias árvores, e nas árvores, vimos vários macaquinhos (saguis).
Depois que vimos um pouco das muitas coisas boas e legais que o Parque tem pra oferecer, fomos dividir grupos, pra não correr o risco de ninguém se perder.
No mesmo espaço onde dividimos o grupo, uma monitora do parque nos falou um pouco da história do Parque e deu algumas orientações, disse que a vegetação do Parque é uma vegetação Atlântica, porque as espécies de árvores e vegetação que existem no Parque, são os mesmos tipos e espécies que existem na Mata Atlântica, disse que tem um casarão no
Parque, que foi habitado pelo Afonso Sardinha em 1580, há 429 anos atrás, e também nos falou que tem um tanque (desde 1580) onde lavavam ouro, e disse que não íamos poder comer e nem levar nada na trilha, porque poderia cair alguma coisa, e sujar a trilha, porque tem animais soltos na mata.
Depois das orientações da monitora, fomos fazer a trilha que tem 3 kilômetros, na trilha, encontramos um pequeno lago, com a água cristalina, e depois de um tempo seguimos em frente, depois de alguns minutos, chegamos ao fim da trilha, e continuamos seguindo em frente.
Aí encontramos uma torneira, perto do escadão, descansamos um pouco e fomos subir o escadão, que tem 272 degraus, aí subimos, lá em cima, nós tivemos uma bela visão panorâmica de toda a cidade de São Paulo, dava pra ver toda a cidade, pois o Pico do Jaraguá é o ponto mais alto da cidade de São Paulo.
Depois descemos o escadão, fomos pro ônibus e depois que as professoras fizeram a chamada pra ver se não estava faltando nenhum aluno, fomos embora...
Esse é um ótimo lugar pra se visitar, quem foi adorou, e quem não foi temque ir, porque também vai adorar...
Nilson Ferreira Junior
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Grêmio Estudantil
Bom teve eleição do grêmio e a chapa dois venceu, espero que cumpram o que eles prometeram.
A chapa prometeu que vai tentar colocar carteirinha estudantil e que ia melhorar a escola, espero que tudo isso que eles falaram seja verdadeiro e que consigam fazer pelo menos alguma coisa interessante que sirva de aprendizagem para os alunos.
Desejo boa sorte e que os objetivos sejam cumpridos.
Jéssica 6ªC
A chapa prometeu que vai tentar colocar carteirinha estudantil e que ia melhorar a escola, espero que tudo isso que eles falaram seja verdadeiro e que consigam fazer pelo menos alguma coisa interessante que sirva de aprendizagem para os alunos.
Desejo boa sorte e que os objetivos sejam cumpridos.
Jéssica 6ªC
segunda-feira, 20 de julho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
A IMPORTÃNCIA DE BRINCAR
Já constatamos que a infância está em franco declínio. Crianças da classe média têm hoje uma agenda lotada de compromissos, sofrem pressão para aprender cada vez mais cedo e têm pouco tempo e espaço para brincar. Crianças pobres trabalham e assumem responsabilidades precocemente.
Modos diferentes de entrar cedo demais no mundo adulto, mas muito semelhantes na consequência que produzem: a perda dessa fase da vida. Com isso, crianças pequenas carregam o fardo do contato com as mazelas dos adultos.
Colocamos muito cedo na vida de nossas crianças o consumo e a noção de economia, a competição acirrada, a responsabilidade de fazer escolhas e de arcar com elas, a vida individual como valor máximo e outros aspectos de nossa cultura. Isso sem falar em todos os dramas e nas pequenas e grandes tragédias de nossa sociedade.
Nossa intenção parece ser nobre: preparar os filhos para o futuro que enfrentarão e inseri-los por completo no mundo em que vivem. Mas, se lembrarmos que essas questões tornam a vida de um adulto complexa e tensa, precisamos reconhecer que, para as crianças, isso é elevado à potência máxima.
Entretanto, é bom saber que é possível resistir a esse movimento e que há pais que têm enfrentado essa batalha com convicção e coragem. Aos meus olhos, cresce vagarosa, mas progressivamente, o número de pais que lutam para manter a infância dos filhos.
É significativo o grupo de pais que não procuram escolas que ensinam as crianças a escrever desde os três anos e a aprender, ao modo adulto, conteúdos de disciplinas do conhecimento. Esses pais querem escolas com professores capacitados a acompanhar as brincadeiras dos filhos e a conduzir com qualificação o processo de socialização.
Do mesmo modo, muitos pais já não hesitam em privar os filhos de objetos inúteis a eles, mesmo quando estes insistem. Sabem dizer, com firmeza, que o filho não precisa daquele tipo de calçado, tampouco de mais um brinquedo só porque todos os colegas têm.
Há, inclusive, pais que se negam a sustentar um mercado que tem como alvo as crianças e um estilo de vida. Recentemente, testemunhei uma cena deliciosa: uma família celebrando o aniversário do filho, com algumas crianças, em uma praça da cidade. Eles conseguiram sair do círculo do aniversário comemorado com grande festa em bufê, com dezenas de crianças e sem parentes adultos.
E há os que seguram os filhos na infância até perto dos 12 anos sem dar a mínima para essa bobagem de "pré-adolescente". As crianças não vão a festas sozinhas, não viajam com adultos que os pais mal conhecem, não frequentam shoppings sem responsáveis os acompanhando, não têm acesso às mídias sem tutela, por exemplo.
Esses pais sabem que pagam um preço por tal resistência: além de estarem muito mais atentos aos filhos, precisam bancar os conflitos que surgirão. Mas eles sabem que prestam um excelente serviço à sociedade e ao nosso futuro.
Categoria: Folha Equilíbrio
Escrito por Rosely Sayão às 13h02
Modos diferentes de entrar cedo demais no mundo adulto, mas muito semelhantes na consequência que produzem: a perda dessa fase da vida. Com isso, crianças pequenas carregam o fardo do contato com as mazelas dos adultos.
Colocamos muito cedo na vida de nossas crianças o consumo e a noção de economia, a competição acirrada, a responsabilidade de fazer escolhas e de arcar com elas, a vida individual como valor máximo e outros aspectos de nossa cultura. Isso sem falar em todos os dramas e nas pequenas e grandes tragédias de nossa sociedade.
Nossa intenção parece ser nobre: preparar os filhos para o futuro que enfrentarão e inseri-los por completo no mundo em que vivem. Mas, se lembrarmos que essas questões tornam a vida de um adulto complexa e tensa, precisamos reconhecer que, para as crianças, isso é elevado à potência máxima.
Entretanto, é bom saber que é possível resistir a esse movimento e que há pais que têm enfrentado essa batalha com convicção e coragem. Aos meus olhos, cresce vagarosa, mas progressivamente, o número de pais que lutam para manter a infância dos filhos.
É significativo o grupo de pais que não procuram escolas que ensinam as crianças a escrever desde os três anos e a aprender, ao modo adulto, conteúdos de disciplinas do conhecimento. Esses pais querem escolas com professores capacitados a acompanhar as brincadeiras dos filhos e a conduzir com qualificação o processo de socialização.
Do mesmo modo, muitos pais já não hesitam em privar os filhos de objetos inúteis a eles, mesmo quando estes insistem. Sabem dizer, com firmeza, que o filho não precisa daquele tipo de calçado, tampouco de mais um brinquedo só porque todos os colegas têm.
Há, inclusive, pais que se negam a sustentar um mercado que tem como alvo as crianças e um estilo de vida. Recentemente, testemunhei uma cena deliciosa: uma família celebrando o aniversário do filho, com algumas crianças, em uma praça da cidade. Eles conseguiram sair do círculo do aniversário comemorado com grande festa em bufê, com dezenas de crianças e sem parentes adultos.
E há os que seguram os filhos na infância até perto dos 12 anos sem dar a mínima para essa bobagem de "pré-adolescente". As crianças não vão a festas sozinhas, não viajam com adultos que os pais mal conhecem, não frequentam shoppings sem responsáveis os acompanhando, não têm acesso às mídias sem tutela, por exemplo.
Esses pais sabem que pagam um preço por tal resistência: além de estarem muito mais atentos aos filhos, precisam bancar os conflitos que surgirão. Mas eles sabem que prestam um excelente serviço à sociedade e ao nosso futuro.
Categoria: Folha Equilíbrio
Escrito por Rosely Sayão às 13h02
terça-feira, 23 de junho de 2009
ESCOLA
Quão importante torna-se a Escola...
Nossa segunda casa, onde encontramos pessoas que farão parte de nossas vidas para sempre...Desde a cozinheira, no preparo da merenda, da faxineira, que com cuidado arruma a sala que utilizamos as pessoas da secretaria, enfim, todos os funcionários que trabalham para concretizar nossos sonhos escolares em realidade e vida. Direção,funcionários e professores, que efetivamente se preocupam em construírem pessoas mais solidárias, autênticas e felizes; se preocupam com todos os passos que percorremos e como trilhamos nossos caminhos...Escola, casa sagrada; que conduz mentes humanas a serem mais fortes e perseverantes, a construírem novas formas de vida e escolha. Agradecer a Escola (Direção, Funcionários e Professores), é agradecer a pessoas que lutam por uma sociedade mais soberana!Felizes somos por termos a Escola!
Nossa segunda casa, onde encontramos pessoas que farão parte de nossas vidas para sempre...Desde a cozinheira, no preparo da merenda, da faxineira, que com cuidado arruma a sala que utilizamos as pessoas da secretaria, enfim, todos os funcionários que trabalham para concretizar nossos sonhos escolares em realidade e vida. Direção,funcionários e professores, que efetivamente se preocupam em construírem pessoas mais solidárias, autênticas e felizes; se preocupam com todos os passos que percorremos e como trilhamos nossos caminhos...Escola, casa sagrada; que conduz mentes humanas a serem mais fortes e perseverantes, a construírem novas formas de vida e escolha. Agradecer a Escola (Direção, Funcionários e Professores), é agradecer a pessoas que lutam por uma sociedade mais soberana!Felizes somos por termos a Escola!
segunda-feira, 22 de junho de 2009
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