Bom teve eleição do grêmio e a chapa dois venceu, espero que cumpram o que eles prometeram.
A chapa prometeu que vai tentar colocar carteirinha estudantil e que ia melhorar a escola, espero que tudo isso que eles falaram seja verdadeiro e que consigam fazer pelo menos alguma coisa interessante que sirva de aprendizagem para os alunos.
Desejo boa sorte e que os objetivos sejam cumpridos.
Jéssica 6ªC
terça-feira, 8 de setembro de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
A IMPORTÃNCIA DE BRINCAR
Já constatamos que a infância está em franco declínio. Crianças da classe média têm hoje uma agenda lotada de compromissos, sofrem pressão para aprender cada vez mais cedo e têm pouco tempo e espaço para brincar. Crianças pobres trabalham e assumem responsabilidades precocemente.
Modos diferentes de entrar cedo demais no mundo adulto, mas muito semelhantes na consequência que produzem: a perda dessa fase da vida. Com isso, crianças pequenas carregam o fardo do contato com as mazelas dos adultos.
Colocamos muito cedo na vida de nossas crianças o consumo e a noção de economia, a competição acirrada, a responsabilidade de fazer escolhas e de arcar com elas, a vida individual como valor máximo e outros aspectos de nossa cultura. Isso sem falar em todos os dramas e nas pequenas e grandes tragédias de nossa sociedade.
Nossa intenção parece ser nobre: preparar os filhos para o futuro que enfrentarão e inseri-los por completo no mundo em que vivem. Mas, se lembrarmos que essas questões tornam a vida de um adulto complexa e tensa, precisamos reconhecer que, para as crianças, isso é elevado à potência máxima.
Entretanto, é bom saber que é possível resistir a esse movimento e que há pais que têm enfrentado essa batalha com convicção e coragem. Aos meus olhos, cresce vagarosa, mas progressivamente, o número de pais que lutam para manter a infância dos filhos.
É significativo o grupo de pais que não procuram escolas que ensinam as crianças a escrever desde os três anos e a aprender, ao modo adulto, conteúdos de disciplinas do conhecimento. Esses pais querem escolas com professores capacitados a acompanhar as brincadeiras dos filhos e a conduzir com qualificação o processo de socialização.
Do mesmo modo, muitos pais já não hesitam em privar os filhos de objetos inúteis a eles, mesmo quando estes insistem. Sabem dizer, com firmeza, que o filho não precisa daquele tipo de calçado, tampouco de mais um brinquedo só porque todos os colegas têm.
Há, inclusive, pais que se negam a sustentar um mercado que tem como alvo as crianças e um estilo de vida. Recentemente, testemunhei uma cena deliciosa: uma família celebrando o aniversário do filho, com algumas crianças, em uma praça da cidade. Eles conseguiram sair do círculo do aniversário comemorado com grande festa em bufê, com dezenas de crianças e sem parentes adultos.
E há os que seguram os filhos na infância até perto dos 12 anos sem dar a mínima para essa bobagem de "pré-adolescente". As crianças não vão a festas sozinhas, não viajam com adultos que os pais mal conhecem, não frequentam shoppings sem responsáveis os acompanhando, não têm acesso às mídias sem tutela, por exemplo.
Esses pais sabem que pagam um preço por tal resistência: além de estarem muito mais atentos aos filhos, precisam bancar os conflitos que surgirão. Mas eles sabem que prestam um excelente serviço à sociedade e ao nosso futuro.
Categoria: Folha Equilíbrio
Escrito por Rosely Sayão às 13h02
Modos diferentes de entrar cedo demais no mundo adulto, mas muito semelhantes na consequência que produzem: a perda dessa fase da vida. Com isso, crianças pequenas carregam o fardo do contato com as mazelas dos adultos.
Colocamos muito cedo na vida de nossas crianças o consumo e a noção de economia, a competição acirrada, a responsabilidade de fazer escolhas e de arcar com elas, a vida individual como valor máximo e outros aspectos de nossa cultura. Isso sem falar em todos os dramas e nas pequenas e grandes tragédias de nossa sociedade.
Nossa intenção parece ser nobre: preparar os filhos para o futuro que enfrentarão e inseri-los por completo no mundo em que vivem. Mas, se lembrarmos que essas questões tornam a vida de um adulto complexa e tensa, precisamos reconhecer que, para as crianças, isso é elevado à potência máxima.
Entretanto, é bom saber que é possível resistir a esse movimento e que há pais que têm enfrentado essa batalha com convicção e coragem. Aos meus olhos, cresce vagarosa, mas progressivamente, o número de pais que lutam para manter a infância dos filhos.
É significativo o grupo de pais que não procuram escolas que ensinam as crianças a escrever desde os três anos e a aprender, ao modo adulto, conteúdos de disciplinas do conhecimento. Esses pais querem escolas com professores capacitados a acompanhar as brincadeiras dos filhos e a conduzir com qualificação o processo de socialização.
Do mesmo modo, muitos pais já não hesitam em privar os filhos de objetos inúteis a eles, mesmo quando estes insistem. Sabem dizer, com firmeza, que o filho não precisa daquele tipo de calçado, tampouco de mais um brinquedo só porque todos os colegas têm.
Há, inclusive, pais que se negam a sustentar um mercado que tem como alvo as crianças e um estilo de vida. Recentemente, testemunhei uma cena deliciosa: uma família celebrando o aniversário do filho, com algumas crianças, em uma praça da cidade. Eles conseguiram sair do círculo do aniversário comemorado com grande festa em bufê, com dezenas de crianças e sem parentes adultos.
E há os que seguram os filhos na infância até perto dos 12 anos sem dar a mínima para essa bobagem de "pré-adolescente". As crianças não vão a festas sozinhas, não viajam com adultos que os pais mal conhecem, não frequentam shoppings sem responsáveis os acompanhando, não têm acesso às mídias sem tutela, por exemplo.
Esses pais sabem que pagam um preço por tal resistência: além de estarem muito mais atentos aos filhos, precisam bancar os conflitos que surgirão. Mas eles sabem que prestam um excelente serviço à sociedade e ao nosso futuro.
Categoria: Folha Equilíbrio
Escrito por Rosely Sayão às 13h02
terça-feira, 23 de junho de 2009
ESCOLA
Quão importante torna-se a Escola...
Nossa segunda casa, onde encontramos pessoas que farão parte de nossas vidas para sempre...Desde a cozinheira, no preparo da merenda, da faxineira, que com cuidado arruma a sala que utilizamos as pessoas da secretaria, enfim, todos os funcionários que trabalham para concretizar nossos sonhos escolares em realidade e vida. Direção,funcionários e professores, que efetivamente se preocupam em construírem pessoas mais solidárias, autênticas e felizes; se preocupam com todos os passos que percorremos e como trilhamos nossos caminhos...Escola, casa sagrada; que conduz mentes humanas a serem mais fortes e perseverantes, a construírem novas formas de vida e escolha. Agradecer a Escola (Direção, Funcionários e Professores), é agradecer a pessoas que lutam por uma sociedade mais soberana!Felizes somos por termos a Escola!
Nossa segunda casa, onde encontramos pessoas que farão parte de nossas vidas para sempre...Desde a cozinheira, no preparo da merenda, da faxineira, que com cuidado arruma a sala que utilizamos as pessoas da secretaria, enfim, todos os funcionários que trabalham para concretizar nossos sonhos escolares em realidade e vida. Direção,funcionários e professores, que efetivamente se preocupam em construírem pessoas mais solidárias, autênticas e felizes; se preocupam com todos os passos que percorremos e como trilhamos nossos caminhos...Escola, casa sagrada; que conduz mentes humanas a serem mais fortes e perseverantes, a construírem novas formas de vida e escolha. Agradecer a Escola (Direção, Funcionários e Professores), é agradecer a pessoas que lutam por uma sociedade mais soberana!Felizes somos por termos a Escola!
segunda-feira, 22 de junho de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
Gilberto Gil conversa na CAMPUS PARTY
DIÁRIO DE BORDO - Educom na cobertura Campus Party
Campus Party
Saímos da escola às 09h20 e chegamos ao evento às 10h15. Chegando, tivemos que decidir o que fazer.Depois que dividimos os grupos ganhamos uma pulseira com o número do RG de cada um no credenciamos da Imprensa.
Logo que entramos, damos uma volta na área livre, nela encontramos várias coisas interessantes: GTE(Gestão de Tecnologia de Educação Aplicada); encontramos também exposição de pen drives,com pen drives de todos os modelos, de várias cores e tamanho; área de ogos;a rádio CBN; Locaweb, que é onde registram os sites.
Ainda na área livre, entrevistamos Daniel Figueiredo, da empresa Lup Games, ele nos contou um pouco da história dessa indústria, ele disse que eles trazem jogos de outros países, por exemplo: China, Ásia e traduzem para jogadores brasileiros; Entrevistamos também Janaína, que nos contou um pouco sobre Telecentro, ela disse que vão ser implantados Telecentros, totalmente grátis e ilimitados nas comunidades carentes, proporcionando o uso da internet à todas as pessoas.
Depois entramos na área reservada e logo que entramos vimos uma exposição de robôs, e não perdemos a chance de entrevistar o Hugo Barroso, que é um aluno de faculdade e criou alguns robôs juntamente com seus colegas, nós perguntamos: quando começou a ser desenvolvido o projeto dos robôs?, como funciona o desenvolvimento do projeto?, você já tem uma empresa estimada para o desenvolvimento e comercialização de robôs?, você acha que esse projeto tem chance de se expandir?, você acha que no futuro os robôs conviverão junto com seres humanos?,
ele nos respondeu: "O projeto com robôs começou a ser desenvolvido a muito tempo, mas
começou a ser reconhecido a aproximadamente dois anos, e esse robô que nós da faculdade fizemos tem dezoito motores para ter mais potência e seis patas para ter mais equilíbrio, pois com mais equilíbrio ele pode entrar em terrenos que os seres humanos não podem chegar, e nós não temos nenhuma empresa estimada para o desenvolvimento de robôs e esse projeto tem chance de se expandir sim, no futuro eu acho que robôs poderam viver com seres humanos, pois poderão ajudar em salvamentos, e como eu já disse antes, ele poderá entrar em terrenos que seres humanos não podem."
Em praticamente todos os cantos tinha uma palestras de várias coisas interessantes, teve uma
palestra feita pelo o guru do Linux, o John Maddog Hall, ele contou a história de como foi criar esse sistema operacional e várias outras coisas.
Entrevistamos Roberto Machado, ele falou um pouco sobre Blog Corporativo e como essa ferramenta tecnológica deixou de ser um simples diário e entrou para a empresa e o mundo dos negócios.
Entrevistamos também um dos organizadores desse grande evento. Nós perguntamos: qual é a importância desse evento para o Brasil, ele respondeu:"É muito bom e importante para todo o Brasil, pois vem pessoas de todos os lugares para conhecer um pouco desse grande evento, para conhecer um pouco mais sobre a tecnologia etc..."
Entrevistamos Gilberto Gil, que é um ícone da cultura brasileira e também um grade cantor, compositor e músico.
Na minha opinião, tem várias coisas boas pra serem apreciadas nesse grande e ótimo evento que ocorre uma vez por ano, onde quem gosta de tecnologia pode se encontrar e mostrar um pouco de seus trabalhos, projetos etc. Tem tantas coisas que a gente pode ver: a área de robótica, tem palestras sobre vários assuntos toda hora, é muito bom, quem foi gostou, não, adoooooooooorou. A professora Vilma marcou a saída as 15 horas mas só conseguimos sair do evento às 17h05. E ficaríamos mais.
Relato de:Nilson Ferreira Junior - 8ª
E.M.E.F Professor Roberto Mange
Saímos da escola às 09h20 e chegamos ao evento às 10h15. Chegando, tivemos que decidir o que fazer.Depois que dividimos os grupos ganhamos uma pulseira com o número do RG de cada um no credenciamos da Imprensa.
Logo que entramos, damos uma volta na área livre, nela encontramos várias coisas interessantes: GTE(Gestão de Tecnologia de Educação Aplicada); encontramos também exposição de pen drives,com pen drives de todos os modelos, de várias cores e tamanho; área de ogos;a rádio CBN; Locaweb, que é onde registram os sites.
Ainda na área livre, entrevistamos Daniel Figueiredo, da empresa Lup Games, ele nos contou um pouco da história dessa indústria, ele disse que eles trazem jogos de outros países, por exemplo: China, Ásia e traduzem para jogadores brasileiros; Entrevistamos também Janaína, que nos contou um pouco sobre Telecentro, ela disse que vão ser implantados Telecentros, totalmente grátis e ilimitados nas comunidades carentes, proporcionando o uso da internet à todas as pessoas.
Depois entramos na área reservada e logo que entramos vimos uma exposição de robôs, e não perdemos a chance de entrevistar o Hugo Barroso, que é um aluno de faculdade e criou alguns robôs juntamente com seus colegas, nós perguntamos: quando começou a ser desenvolvido o projeto dos robôs?, como funciona o desenvolvimento do projeto?, você já tem uma empresa estimada para o desenvolvimento e comercialização de robôs?, você acha que esse projeto tem chance de se expandir?, você acha que no futuro os robôs conviverão junto com seres humanos?,
ele nos respondeu: "O projeto com robôs começou a ser desenvolvido a muito tempo, mas
começou a ser reconhecido a aproximadamente dois anos, e esse robô que nós da faculdade fizemos tem dezoito motores para ter mais potência e seis patas para ter mais equilíbrio, pois com mais equilíbrio ele pode entrar em terrenos que os seres humanos não podem chegar, e nós não temos nenhuma empresa estimada para o desenvolvimento de robôs e esse projeto tem chance de se expandir sim, no futuro eu acho que robôs poderam viver com seres humanos, pois poderão ajudar em salvamentos, e como eu já disse antes, ele poderá entrar em terrenos que seres humanos não podem."
Em praticamente todos os cantos tinha uma palestras de várias coisas interessantes, teve uma
palestra feita pelo o guru do Linux, o John Maddog Hall, ele contou a história de como foi criar esse sistema operacional e várias outras coisas.
Entrevistamos Roberto Machado, ele falou um pouco sobre Blog Corporativo e como essa ferramenta tecnológica deixou de ser um simples diário e entrou para a empresa e o mundo dos negócios.
Entrevistamos também um dos organizadores desse grande evento. Nós perguntamos: qual é a importância desse evento para o Brasil, ele respondeu:"É muito bom e importante para todo o Brasil, pois vem pessoas de todos os lugares para conhecer um pouco desse grande evento, para conhecer um pouco mais sobre a tecnologia etc..."
Entrevistamos Gilberto Gil, que é um ícone da cultura brasileira e também um grade cantor, compositor e músico.
Na minha opinião, tem várias coisas boas pra serem apreciadas nesse grande e ótimo evento que ocorre uma vez por ano, onde quem gosta de tecnologia pode se encontrar e mostrar um pouco de seus trabalhos, projetos etc. Tem tantas coisas que a gente pode ver: a área de robótica, tem palestras sobre vários assuntos toda hora, é muito bom, quem foi gostou, não, adoooooooooorou. A professora Vilma marcou a saída as 15 horas mas só conseguimos sair do evento às 17h05. E ficaríamos mais.
Relato de:Nilson Ferreira Junior - 8ª
E.M.E.F Professor Roberto Mange
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
A história da minha agenda secreta

Bom, tudo começou no Natal do ano passado quando minha prima foi falar com minha tia que trabalha em um bazar no Shopping que ela queria uma agenda. Então minha tia falou que se chegasse alguma agenda legal ela daria uma para cada uma das sobrinhas. E mais legal que ela cumpriu a promessa. Até hoje marco meus compromissos e também meus segredos nela. Essa agenda é muito importante por que levo todo meu presente e futuro, como curso de espanhol.
Bom, a historia da minha agenda secreta acaba por aqui. Até mais!!!
Larissa Queiroz
EMEF Profº Roberto Mange
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Aprendendo a andar de bicicleta
Quando eu tinha quatro anos ganhei uma bicicleta de aniversário, fiquei muito feliz, porém eu não sabia andar ainda. Então minha mãe começou a me ensinar; fiquei um ano tentando, mas não consegui.
Um belo dia minha mãe preparou jiló pro jantar e eu não quis comer ai minha mãe disse:
-Você sabia Jéssica que o seu pai aprendeu a dirigir de tanto comer jiló?
Eu não acreditei muito mais logo pedi pra ela encher o prato, assim que terminei de comer fui tentar e não consegui, então minha mãe me disse que demora um pouco pra fazer efeito.
No dia seguinte pedi pra ela me levar no parque pra mim tentar novamente, de primeira eu consegui. Fiquei tão feliz que acabei acreditando que foi por causa do jiló que eu aprendi a andar de bicicleta.
Depois passado muito tempo, descobri que o jiló não nos ajuda a aprender andar de bicicleta e sim a nossa força de vontade, e até hoje continuo gostando do jiló.
Jéssica Coelho - 8ªsérie
EMEF Profº Roberto Mange
Um belo dia minha mãe preparou jiló pro jantar e eu não quis comer ai minha mãe disse:
-Você sabia Jéssica que o seu pai aprendeu a dirigir de tanto comer jiló?
Eu não acreditei muito mais logo pedi pra ela encher o prato, assim que terminei de comer fui tentar e não consegui, então minha mãe me disse que demora um pouco pra fazer efeito.
No dia seguinte pedi pra ela me levar no parque pra mim tentar novamente, de primeira eu consegui. Fiquei tão feliz que acabei acreditando que foi por causa do jiló que eu aprendi a andar de bicicleta.
Depois passado muito tempo, descobri que o jiló não nos ajuda a aprender andar de bicicleta e sim a nossa força de vontade, e até hoje continuo gostando do jiló.
Jéssica Coelho - 8ªsérie
EMEF Profº Roberto Mange
Minha primeira vez na praia
Agora eu vou contar um pouquinho da história que mais marcou na minha vida.
Quando eu tinha seis anos eu fui conhecer a Bahia com meu pai a cidade de Ilhéus, lá eu conheci minha tia irmã do meu pai, e conheci todos os meus primos foi muito bom.
Lá eu saia com minhas primas, eu ia ao parque com elas até que meu pai resolveu me levar na praia.
Aí nós fomos à praia, a praia era a coisa mais linda, não era a praia que tem a qui em São Paulo foi à coisa mais linda que eu já tinha visto na minha vida.
A praia de lá tem vários pedacinhos de praia, a areia e limpa, a água é bem limpinha e bem azulzinha diferente das daqui.
E depois daquela vez eu nunca mais fui na Bahia na praia sim, mas não tem praia que nem aquela foi melhor praia e sempre vai ser.
Thayná Aparecida - 7ª série
E.M.E.F Profº Roberto Mange
Quando eu tinha seis anos eu fui conhecer a Bahia com meu pai a cidade de Ilhéus, lá eu conheci minha tia irmã do meu pai, e conheci todos os meus primos foi muito bom.
Lá eu saia com minhas primas, eu ia ao parque com elas até que meu pai resolveu me levar na praia.
Aí nós fomos à praia, a praia era a coisa mais linda, não era a praia que tem a qui em São Paulo foi à coisa mais linda que eu já tinha visto na minha vida.
A praia de lá tem vários pedacinhos de praia, a areia e limpa, a água é bem limpinha e bem azulzinha diferente das daqui.
E depois daquela vez eu nunca mais fui na Bahia na praia sim, mas não tem praia que nem aquela foi melhor praia e sempre vai ser.
Thayná Aparecida - 7ª série
E.M.E.F Profº Roberto Mange
Meu boné
Eu escolhi trazer esse boné por que eu ganhei quando meu pai estava preso, e me faz lembrar do sufoco que foi crescer sem o meu pai ao meu lado.
O meu pai foi preso querendo ter as coisas de um jeito que não era o mais apropriado (roubando). Até o dia em que ele foi pego roubando e por esse ato não acompanhou 9 anos da minha vida e a da minha irmã. E minha mãe tendo de criar duas crianças sozinhas.
Mas como tudo na vida tem concerto, o meu pai depois de nove anos não acompanhando minha vida, ele saiu, e por sua vez percebeu que é mais barato trabalhar, mas após esses nove anos tendo de ver meu pai de vez em quando.
-Tudo mudou.
Com a prisão do meu pai tudo acabou desabando, tudo mudou e acabou indo para o lado ruim da coisa.
Quando ele saiu da cadeia com a vida acabada e tendo de recomeçar sua vida do inicio, “Deus” o iluminou e as coisas foram melhorando e agora ele acompanha o meu dia-a-dia e tenta repor o tempo em que ele não esteve presente.
Apesar do erro brusco que o meu pai cometeu ele é uma pessoa legal atenciosa e que tem uma certa noção do que comer o pão que diabo amassou (tendo culpa), mas é a vida...
Tem o seu lado bom e o ruim!!!
Cleber Pereira - 8ªsérie
EMEF Profº Roberto Mange
O meu pai foi preso querendo ter as coisas de um jeito que não era o mais apropriado (roubando). Até o dia em que ele foi pego roubando e por esse ato não acompanhou 9 anos da minha vida e a da minha irmã. E minha mãe tendo de criar duas crianças sozinhas.
Mas como tudo na vida tem concerto, o meu pai depois de nove anos não acompanhando minha vida, ele saiu, e por sua vez percebeu que é mais barato trabalhar, mas após esses nove anos tendo de ver meu pai de vez em quando.
-Tudo mudou.
Com a prisão do meu pai tudo acabou desabando, tudo mudou e acabou indo para o lado ruim da coisa.
Quando ele saiu da cadeia com a vida acabada e tendo de recomeçar sua vida do inicio, “Deus” o iluminou e as coisas foram melhorando e agora ele acompanha o meu dia-a-dia e tenta repor o tempo em que ele não esteve presente.
Apesar do erro brusco que o meu pai cometeu ele é uma pessoa legal atenciosa e que tem uma certa noção do que comer o pão que diabo amassou (tendo culpa), mas é a vida...
Tem o seu lado bom e o ruim!!!
Cleber Pereira - 8ªsérie
EMEF Profº Roberto Mange
Meu pai
Meu pai não viu a minha irmã nasce porque ele morreu 18 dias antes dá-la nasce e quando ele morreu e eu tinha, Três anos e também eu não lembro dele direito e eu tinha um padrinho que para ele eu era a filha ele e era o meu 2ºpai e também ele morre ele e o meu pai era amigo de mais são muito especial na vida.
E meu pai e meu padrinho são muito especiais.
Vitória - 7ª série
EMEF Profº Roberto Mange
E meu pai e meu padrinho são muito especiais.
Vitória - 7ª série
EMEF Profº Roberto Mange
Minha infância
Olá, eu sou o Lucas tenho 12 anos e vou contar minha história.
Isso tudo começou quando eu tinha 08 anos.
Como eu fui aluno do Clice no pré, eles me chamaram para fazer uma peça de teatro sobre o Natal. Eu escolhi ser um pastor de ovelhas era num dia de natal.
Foi muito legal até tiraram uma foto. Ficou tão legal que eu achei muito engraçado, minha mãe também fiquei muito feliz.
E assim foi minha infância quando eu tinha 08anos e até hoje eu não esqueci e espero não esquecer nunca mais...
Lucas Dias - 6ªsérie
EMEF Profº Roberto Mange
Isso tudo começou quando eu tinha 08 anos.
Como eu fui aluno do Clice no pré, eles me chamaram para fazer uma peça de teatro sobre o Natal. Eu escolhi ser um pastor de ovelhas era num dia de natal.
Foi muito legal até tiraram uma foto. Ficou tão legal que eu achei muito engraçado, minha mãe também fiquei muito feliz.
E assim foi minha infância quando eu tinha 08anos e até hoje eu não esqueci e espero não esquecer nunca mais...
Lucas Dias - 6ªsérie
EMEF Profº Roberto Mange
Aniversário especial
A minha história é de quando eu era pequenininha ... tinha uns 6 ou 7 anos.
Era meu aniversário ; minha mãe e minha tia saíram ,dizendo que iam para a 25 de março.
E eu fiquei em casa pensando o que era aquela tal 25 de março...ficou um clima de surpresa.
Eu fiquei em casa,meio que esperando a tal “surpresa”.
Quando elas chegaram,trouxeram uma fantasia de Minnie Mouse para mim.
Eu fiquei encantada!Vesti na hora!
Mais tarde chegou meu pai.
Eles estavam preparando um bolinho pra mim.
Convidaram uns amiguinhos do meu prédio(é,naquela época eu morava num prédio!),e cortaram o meu bolo.
Eu fiquei muito feliz com aquela roupinha de Minnie!
Tanto que tenho ela até hoje!
Bom...essa é minha história,não é a única,mais é especial para mim!
Até mais...(pretendo contar novas histórias em breve)
Marina Pucci - 7ªsérie
EMEF Profº Roberto Mange
Era meu aniversário ; minha mãe e minha tia saíram ,dizendo que iam para a 25 de março.
E eu fiquei em casa pensando o que era aquela tal 25 de março...ficou um clima de surpresa.
Eu fiquei em casa,meio que esperando a tal “surpresa”.
Quando elas chegaram,trouxeram uma fantasia de Minnie Mouse para mim.
Eu fiquei encantada!Vesti na hora!
Mais tarde chegou meu pai.
Eles estavam preparando um bolinho pra mim.
Convidaram uns amiguinhos do meu prédio(é,naquela época eu morava num prédio!),e cortaram o meu bolo.
Eu fiquei muito feliz com aquela roupinha de Minnie!
Tanto que tenho ela até hoje!
Bom...essa é minha história,não é a única,mais é especial para mim!
Até mais...(pretendo contar novas histórias em breve)
Marina Pucci - 7ªsérie
EMEF Profº Roberto Mange
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